07 maio 2016

Oposição trabalhadora a Macri



No Primeiro de Maio, a mobilização conjunta das centrais sindicais, CGT e CTA em Buenos Aires, ainda que convenientemente ignorada pela mídia corporativa brasileira, reuniu mais de 300 mil pessoas no cruzamento da av. Independência com Paseo Colón. Lá, o projeto de ajuste neoliberal já está em marcha, com seus aumentos tarifários e demissões massivas. Luz, gás (fundamental para a calefação), alimentos (Victor, um trabalhador, me contou não comer carne há mais de 100 dias) tiveram majorações pesadas, com reflexos na inflação.


Em defesa dos direitos trabalhistas, os dirigentes sindicais se revezaram nos discursos e Hugo Moyano, a quem não se pode definir como um líder peronista, pontuou ao final como se dá o estado de ânimo das coisas: “Quien se ponga enfrente de los trabajadores lo vamos a enfrentar. Estamos preparados para pelear hasta las últimas consecuencias”.


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Cartaz do artista plástico Ricardo Carpani



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