19 janeiro 2026

Entre magos e demônios


   Quatro magos comunistas

O mês passa e mal nos damos conta. As festividades no início e a viagem no meio fizeram de janeiro, até aqui, um tempo de sossego e desfrute. Tudo isso à revelia dos transtornados acontecimentos políticos que varrem o planeta, comandados pelo delirante Trump e sua camarilha. Depois do sequestro de Maduro em plena Caracas, com a morte da guarda cubana (mas, segundo informações, com elevadas baixas não confirmadas do lado estadunidense), sobrevém o incêndio sem controle da Patagônia (segundo informes vindos da Argentina, provocados criminosamente) e as ameaças do governo Trump em atacar e tomar a Groelândia. Durma-se com um barulho desses, como diria meu bom amigo Kruger. Por isso tento relevar essa tormenta diabólica com cinema e música ao lado de Moniquinha. No mais tudo muito bem, com minha mãe e minha irmã. Passo o final do domingo em absoluto far niente, lendo e escrevendo, agora, depois do banho, só de calção, em sintonia com o agradável do clima. O calor estava implacável na semana passada e nos primeiros dias de litoral, felizmente amainou bastante, as chuvas chegaram e hoje está maneiro. Fiz algumas correções pontuais em Morrer, viver, com a esperança de conseguir publicar neste ano.



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